quarta-feira, 29 de abril de 2009

A importância dos exames médicos

Muitos utentes só procuram o médico quando estão doentes.
Infelizmente, a maior parte das vezes, nem se sabem queixar. Não sabem dizer quais os sinais e sintomas que as doenças lhes têm dado ultimamente. E essa, é uma das grandes queixas de médicos e outros profissionais de saúde, pois é uma fase muito importante para o bom e correcto diagnóstico das doenças.Esses diagnósticos, são feitos por exames médicos, onde por norma se usam meios de diagnóstico avançados (estes, por sua vez, são executados por outros profissionais de saúde que referi no post Informação sobre profissionais de saúde I).
Os exames médicos de rotina são uma forma de diagnosticar doenças precocemente e não devem ser dispensados de forma alguma.Ao se examinar os utentes, os médicos e profissionais de saúde lamentam muitas vezes o facto de a doença ter atingido um estado tão avançado que por vezes inviabiliza a cura.Em muitos casos, com a ajuda dos modernos testes de diagnóstico poderia-se ter detectado a doença meses ou até anos antes do aparecimento de sintomas ou de quaisquer outras alterações.
A detecção precoce de sinais de uma doença no seu estádio pré-sintomático pode permitir que o tratamento seja mais eficaz e, muitas vezes, mesmo curativo. Este processo de diagnóstico precoce é também chamado de rastreio.
Nos últimos anos, são cada vez mais frequentes os programas de rastreio proporcionados por instituições de saúde pública, centros de saúde e clínicas a diferentes grupos etários, profissionais ou outros.
Os rastreios médicos podem ser dirigidos à população em geral ou a subgrupos de especial risco.Na sua maioria, os exames médicos de rastreio são efectuados por pessoal médico, de enfermagem ou outros profissionais de saúde, mas as pessoas podem fazer alguns tipos de exames por iniciativa própria, como o auto-exame dos testículos ou dos seios.

É graças a estes exames que se detectam precocemente as doenças e se pode realmente garantir resultados do tratamento, sendo administrados tratamentos por vezes menos agressivos e mais fáceis de executar e de administrar, bem como mais fáceis de aguentar para o doente, podendo então chegar mesmo à cura ou se ter um prolongado tempo sem sintomas.


Existem vários tipos de exames de rastreio que devem ser frequentemente executados.
Por exemplo: os recém-nascidos são examinados por um pediatra, que procura detectar várias anomalias, como lesões cardíacas e perturbações cerebrais e do sistema nervoso. É colhido sangue aos recém-nascidos para o despiste de fenilcetonúria (doença bioquímica) e hipotiroidismo (doença hormonal), que, se não forem detectados, podem causar graves doenças ainda durante a infância. Os recém-nascidos e as crianças em geral são ainda submetidos a controles regulares para se monitorizar o seu crescimento e avaliar o seu desenvolvimento físico e mental (incluindo a visão e a audição).


Em relação aos adultos, todos deverão sistematicamente controlar a tensão arterial (no mínimo, deverá ser registada anualmente ou de dois em dois anos, se os valores forem normais). A detecção de hipertensão arterial numa fase precoce poderá constituir o exame de rastreio mais valioso e, além disso, é um procedimento seguro e simples.


Também é muito importante o controle regular do peso.


Os testes de medição do colesterol são necessários para a identificação precoce dos factores de risco das doenças cardiovasculares. Em regra, os médicos recomendam a determinação regular do colesterol no sangue (colesterol, triglicéridos e HDL) às pessoas com familiares que sofreram um ataque cardíaco, bem como às pessoas com outros factores de risco, como uma combinação de hipertensão arterial e tabagismo, vida sedentária, obesidade, diabetes, gota, etc. Fazem-se análises ao sangue.


Para controlo e detecção de doenças cardiovasculares devem fazer-se, pelo menos, uma vez por ano (ou com a mesma frequência que se fazem análises ao sangue) um electrocardiograma, mesmo estando tudo normal. Em casos que existem problemas cardíacos na família ou alguém que tenha tido um enfarte ou um AVC, deve fazer-se, uma ou duas vezes por ano (o ideal seria de 3 em 3 meses).

Para quem tem hipertensão arterial deveria fazer uma vez por ano, além do electrocardiograma, um ecocardiograma para avaliação funcional e estrutural do coração, de modo a se verificar se hipertensão arterial e/ou a medicação para a mesma estão a causar danos no coração.


As análises de urina de rotina incluem as análises químicas para a detecção de proteínas, açúcar e corpos cetónicos e o exame microscópico para detectar glóbulos vermelhos e brancos. Os testes que se realizam num laboratório de maneira simples e económica podem detectar e medir a quantidade de diversas substâncias na urina. Por isso é importante que se realizem pelo menos uma vez por ano, de forma a se verificar se está tudo bem a nível funcional de toda a estrutura urinária e renal e poderem se detectar outras anomalias como diabetes, intoxicação alcoólica, colesterol, entre outras.


Seja em jovens, seja em adultos iniciados na vida sexual, principalmente, deveriam fazer uma vez por ano análises a doenças sexualmente transmissíveis (DST’s), especialmente ao HIV/SIDA.


Os exames periódicos dos olhos são importantes, sobretudo a partir dos 40 anos. Tanto a visão como o interior do olho devem ser examinados. Quem tiver na família casos de glaucoma deve submeter-se, a partir dos 40 anos, a exames oftalmológicos de dois em dois anos para a medição da tensão ocular.


Os exames estomatológicos são essenciais, devendo ser efectuados com uma periodicidade semestral até aos 21 anos e, a partir desta idade, anual ou bienalmente.


Os testes de rastreio do cancro são cada vez mais importantes. E dividem-se em dois grupos: os adequados à população em geral e os destinados aos grupos de alto risco.

Todos os homens deveriam aprender a examinar periodicamente os testículos. O cancro do testículo, o mais comum entre os homens com menos de 40 anos, é facilmente curável quando detectado precocemente. Também é importante a detecção precoce de cancro na próstata.

Igualmente, todas as mulheres devem aprender a examinar os seios, além de deverem fazer regularmente mamografias e ecografias mamárias a partir dos 50 anos.

As mulheres que alguma vez tiveram relações sexuais deverão fazer o exame citológico do esfregaço vaginal de três em três ou de cinco em cinco anos (ou com maior frequência, se tiverem sofrido uma infecção viral na região genital).


Depois dos 50 anos, qualquer pessoa que tenha na sua família casos de cancro no intestino deve submeter-se a uma análise anual para detecção de sangue nas fezes. Os indivíduos que trabalham em determinadas indústrias têm mais probabilidades de contrair certas formas de cancro e podem por isso beneficiar desses rastreios.


Como podem ver, é extremamente importante fazer alguns tipos de exames anualmente para se manter um corpo são, conseguirmos controlar melhor possíveis doenças que surjam e conseguirmos obter o bem estar físico do nosso organismo!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Direitos e Deveres do Utente

Hoje, vou falar sobre os DIREITOS E DEVERES DOS UTENTES. Algo que é simples, mas que muitos utentes desconhecem.

Não poderia começar a falar dos Direitos e Deveres do Utente, sem vos dizer antes, qual é a DEFINIÇÃO DE SAÚDE segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Para a OMS: “A saúde é o completo bem-estar físico, mental e social e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade. “

Saúde não significa apenas não estar doente. Saúde é muito mais que isso. E como toda a gente tem direito à saúde, vou falar dos Direitos e dos Deveres do Utente. Porque todos nós somos responsáveis pelo nosso próprio corpo e por mantê-lo são.

Na “Carta dos Direitos e Deveres dos Utentes” estão presentes os seguintes DIREITOS:
“1- O doente tem direito a ser tratado no respeito pela dignidade humana;
2 - O doente tem direito ao respeito pelas suas convicções culturais, filosóficas e religiosas;
3 - O doente tem direito a receber os cuidados apropriados ao seu estado de saúde, no âmbito dos cuidados preventivos, curativos, de reabilitação e terminais;
4 - O doente tem direito à prestação de cuidados continuados;
5 - O doente tem direito a ser informado acerca dos serviços de saúde existentes, suas competências e níveis de cuidados;
6 - O doente tem direito a ser informado sobre a sua situação de saúde;
7 - O doente tem o direito de obter uma segunda opinião sobre a sua situação de saúde;
8 - O doente tem direito a dar ou recusar o seu consentimento, antes de qualquer acto médico ou participação em investigação ou ensino clínico;
9 - O doente tem direito à confidencialidade de toda a informação clínica e elementos identificativos que lhe respeitam;
10 - O doente tem direito de acesso aos dados registados no seu processo clínico;
11 - O doente tem direito à privacidade na prestação de todo e qualquer acto médico;
12 - O doente tem direito, por si ou por quem o represente, a apresentar sugestões e reclamações. “


Como para vivermos em equilíbrio na sociedade, não temos só direitos, mas também deveres que devemos sempre respeitar e tentar cumprir.

Seguem-se então os nossos DEVERES enquanto utentes:

“1 - O doente tem o dever de zelar pelo seu estado de saúde. Isto significa que deve procurar garantir o mais completo restabelecimento e também participar na promoção da própria saúde e da comunidade em que vive;
2 - O doente tem o dever de fornecer aos profissionais de saúde todas as informações necessárias para obtenção de um correcto diagnóstico e adequado tratamento;
3 - O doente tem o dever de respeitar os direitos dos outros doentes;
4 - O doente tem o dever de colaborar com os profissionais de saúde, respeitando as indicações que lhe são recomendadas e, por si, livremente aceites;
5 - O doente tem o dever de respeitar as regras de funcionamento dos serviços de saúde;
6 -O doente tem o dever de utilizar os serviços de saúde de forma apropriada e de colaborar activamente na redução de gastos desnecessários.”

Não se esqueçam de cumprirem os vossos deveres para que possam ser respeitados os vossos direitos. Quando existe mútuo respeito, corre sempre tudo bem. Seja no dia-a-dia em sociedade, ou na relação utente/profissional de saúde.

Até breve.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Informação sobre pofissionais de saúde II

No seguimento do post anterior (Informação sobre profissionais de saúde I), hoje vou falar de como se pode identificar um profissional de saúde.




Para começar, o profissional de saúde deve estar sempre identificado por uma placa, cartão ou pela cédula profissional. Na identificação deve constar o nome e a função que desempenha (ex: Téc. Análises Clínicas Maria Alice Prilipimpim) e por vezes, pode ter a fotografia do próprio.
No caso de não estar identificado, pode sempre pedir que se identifique. O único documento que identifica o profissional de saúde é a cédula profissional.
As mais antigas assemelham-se muito às antigas cartas de condução. As mais actuais assemelham-se a um cartão de crédito.
As cores que apresentam variam de acordo com algumas profissões. Por exemplo, os médicos e os enfermeiros possuem uma ordem. Os técnicos de diagnóstico e terapêutica não, e por isso a emissão das cédulas profissionais dos mesmos é feita pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), sendo então a célula profissional dos mesmos com o mesmo design, altera apenas a profissão do técnico, os dados pessoais e a fotografia do mesmo.
Como eu sou técnica de cardiopneumologia, vou tentar mostrar exemplo de uma cédula antiga e de uma cédula mais recente dos técnicos de diagnóstico e terapêutica.

Fig 1/2 - Exemplo de cédula profissional de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica mais antiga

Fig 3 - Exemplo de cédula profissinal de Técnico de Diagnóstico e Terapêutica mais recente
As cédulas de outros profissionais de saúde têm o mesmo procedimento, apresentam a profissão, dados pessoais e fotografia, bem como, se assemelham a um cartão de crédito.
Há uns tempos atrás circulou um e-mail que ensinava as pessoas a denunciarem casos em que os exames de diagnóstico eram executados por pessoas não qualificadas e que falava exactamente sobre como identificar os profissionais de saúde.
Segue-se então esse e-mail:
Reenvie este email pela sua saúde
Já certamente realizou um qualquer exame complementar de diagnóstico ou uma terapia como por exemplo:
-Análises clínicas;
-Ecocardiograma;
-Electroencefalograma;
-Sessões de fisioterapia;
-Sessões de radioterapia;
-Raios-X;
-Colocação de prótese dentária;
-Sessões de radioterapia;
entre muitos outros.
Estes exames ou tratamentos são realizados por profissionais que pertencem à classe dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, uma área da saúde que abrange 18 especialidades:
ANÁLISES CLÍNICAS E SAÚDE PÚBLICA;
ANATOMIA PATOLÓGICA;
AUDIOLOGIA;
CARDIOPNEUMOLOGIA;
DIETÉTICA;
FARMÁCIA;
FISIOTERAPIA;
HIGIENE ORAL;
MEDICINA NUCLEAR;
NEUROFISIOLOGIA;
ORTOPROTESIA;
ORTOPTICA;
PROTESE DENTÁRIA;
RADIOLOGIA;
RADIOTERAPIA;
SAÚDE AMBIENTAL;
TERAPIA DA FALA;
TERAPIA OCUPACIONAL.
Poderá encontrar nos mais diversos meios (clínicas, hospitais, centros de reabilitação, laboratórios...) estes profissionais a trabalhar e a fazer o melhor por si e pela sua saúde!
Certamente quando vai fazer algum destes diversos exames ou tratamentos, do lado de lá, espera alguém competente e profissional, para realizar o seu exame ou tratamento, com a certeza de saber fazer o que é melhor para si.
Diariamente, no ramo da saúde em Portugal, são vários os casos onde a pessoa que se encontra do lado de lá, não é a mais indicada para fazer aquele exame ou tratamento que você necessita. Fruto do desrespeito e total incumprimento das leis instituídas (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), muitas unidades de saúde privados (no caso destes violam também o Decreto-Lei 111/2004 de 12 de Maio de 2004), públicos e cooperativos continuam a apostar em mão-de-obra barata, contratando directamente mão-de-obra não qualificada, com 12º ano ou mesmo com outro curso qualquer, sem qualquer tipo de formação na área, habilitação ou conhecimentos de áreas do foro clínico.
Saiba que quando for realizar um dos vários exames complementares de diagnóstico, têm o DIREITO DE EXIGIR que quem o atende é alguém COMPETENTE E HABILITADO para a tarefa, alguém com CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL e o qual você sabe que foi preparado, durante vários anos, nas escolas portuguesas, para o EXERCÍCIO PROFISSIONAL daquela função.

Como tal, você TEM O DIREITO A EXIGIR A IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL QUE VAI REALIZAR O SEU EXAME, portanto não deixe a sua saúde e dos seus em maus alheias!

A cédula profissional, é o único documento existente (um pequeno cartão, em tudo semelhante a um cartão de crédito ou no caso das antigas, semelhante às antigas cartas de condução antigas) que identifica e acredita o profissional à sua frente para realizar o seu exame ou tratamento.

A entidade responsável pela emissão das diferentes cédulas é a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), um organismo nacional, pertencente ao Ministério da Saúde, que regula e acredita os profissionais da área para a realização de exames complementares de diagnóstico e terapêutica.

Por lei (Decreto-Lei nº 320/99, de 11 de Agosto), os únicos profissionais habilitados para a realização dos diferentes exames complementares de diagnóstico, são apenas os portadores de uma cédula profissional cuja a obtenção está definida por lei e é necessário um curso do ensino superior.
Quem fica a ganhar com isto são várias entidades donas de várias unidades de saúde privadas ou cooperativas, pois metem ao bolso o dinheiro do bom ou mau diagnostico/tratamento do utente, bem como rendimentos extra que não pagam por terem alguém a ganhar o ordenado mínimo.
Quem fica a perder com isto? O utente, com um mau diagnóstico ou um mau tratamento, o país, pela constante sangria de profissionais capacitados e competentes para o estrangeiro à procura daquilo que não encontram por cá, o contribuinte, que vê assim o dinheiro dos seus impostos serem desbaratados, acabando por pagar a formação de profissionais, dos quais outros países vão usufruir, sem custos associados à sua formação.
Os sindicatos há muito que já se queixam disto, mas a Inspecção Geral das Actividades de Saúde (IGAS) continua a fazer orelhas moucas ao lado do Governo.
Já quantos de vocês terão sido vítimas de maus diagnósticos por exames complementares estarem errados ou terem sido mal realizados? Muitos e outros nunca saberão!
A negligência médica e a usurpação de funções ainda constituem crimes na lei portuguesa e não há nada mais precioso que a nossa saúde! Portanto não seja conivente com esta situação.
Denuncie sempre todas estas situações, pois as coisas só mudam quando houver queixas suficientes.
Está na altura de agir e para tal PODE e DEVE denunciar todas as irregularidades (más condições de higiene e segurança do local bem como o pessoal desprovido de cédula profissional) junto do IGAS (Inspecção Geral das Actividades de Saúde), ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) ou na polícia local (PSP ou GNR).
Faça circular a mensagem para que no futuro todos possamos beneficiar duma saúde melhor, através de técnicos qualificados e reconhecidos pelo Estado.
Reenvie este e-mail pela sua Saúde e a de todos nós por favor.”



Tenho constatado que as pessoas ainda se acomodam muito com o facto de quem lhes faz ou não exames, não se importando muito se quem o faz tem formação na área ou não.
O que os utentes querem é o exame feito e serem despachados o mais rápido possível.
Aliás, essa é talvez a única reclamação que se ouve nas salas de espera, é mesmo o tempo de espera e a pressa que os utentes têm em irem embora.
Algumas pessoas, mesmo sabendo que o exame não é executado por profissionais, não exigem que o exame seja executado por um profissional, nem sequer apresentam queixa. (Digamos que queixa só apresentam quando ocorrem casos graves e a coisa dá para o torto e aí já vai por um caminho mais judicial!)
Isso é errado!
Porque toda a gente tem o direito à saúde, bem como o direito de ser assistido por profissionais, e ter uma assistência de qualidade.
Mas os direitos e deveres do doente, ficará para um próximo post.
Por favor, não sejam pessoas acomodadas com as situações.
Não se limitem a seguir a ideia de que só em Portugal acontecem esse tipo de situações, e que nunca mudarão, porque se nos acomodarmos, as situações nunca mudarão mesmo.
Tudo depende de nós!
Nós é que temos que agir de forma a que as situações mudem.
Façam algo para mudar.
Lutem pelo direito de serem assistidos por profissionais qualificados para desempenharem as tarefas certas.
Lutem pela boa assistência!
Lutem pela vossa saúde!